Chico Xavier dizia que sempre devemos nos despedir com palavras doces das pessoas que amamos e acho que isso se aplica até quando discutimos; Padre Fábio de Melo diz num vídeo que existem dois modos de você perdoar alguém um é esquecendo seus erros e outro é entender o porquê deste erro, acho que August Cury num ultimo livro que eu li dele comentou que ninguém acorda com más intenções, talvez em uma lógica pessoal o que é um crime para alguém para outra pessoa é um ato de bondade.
Não sei o que estou escrevendo, mas, estou procurando uma justificativa para algo simples e que eu mesmo me dei a resposta; sábado andando de carro ouvindo pela décima quinta vez a mesma música do Jorge e Matheus que diz assim: "Veja só eu podia estar seu lado, mas, não deu e eu não vou ficar aqui parado." rsrs do nada eu começo a falar exatamente isso: "É claro que não dá certo, uma relação precisa de duas pessoas dispostas a se relacionar, você tem direito e até dever ao seu coração de tentar estar ao lado de alguém, mas, se esse alguém não está se esforçando para isto cai fora antes que esse desafio se torne uma paixão cega... a vida é curta demais."
Antigamente eu de certa forma de culpava se um romance não dava certo ou uma amizade, mas, entendendo esse direito e dever de tentar que dê certo e pondo nas mãos dos outro 50% da decisão de ir enfrente ou não a dor da culpa já não existe e confesso que essa sensação de leveza é estranha... acho que estamos tão acostumados a sofrer que quando "a dor não dói" queremos logo correr prum analista.
Lucas da Silva e Silva.
Têm algum analista? Será que estou louco, é normal a dor não doer ou será que finalmente aos vinte e poucos antes algumas dores perdem o sentido de existirem? hein? hein? Rsrs
Ela: Você é um idiota!
Ele: ???
Ela: Não entende nada!
Ele: A única coisa que eu entendi é que eu sou idiota...
Ela: Estou apaixonada por você e você não entende, não nota...
Ele: ah...
Ela: ah??? Só isso que você diz?
Ele: O que quer que eu faça?
Ela: Não sei! Você deveria saber...
Ele: Assumo minha idiotice e declaro que não sei...
Ela: Não faça nada até ter certeza.
Ele: Hmmm... tá bom. Certeza do que?
Ela: Idiota!!!
E ela saiu correndo...
E a única certeza que ele tinha era que queria estar com ela...
Ele: Volte!
E era apenas isto que ela queria dele...
***Amor não se explica, mas, às vezes só precisamos de uma certeza e certezas nem sempre precisam ser entendidas apenas precisam nos completar...***
Lucas.
Texto idiota e sem sentido rsrs meu blog também é idiota e sem sentido, mas, já alcançou a média de 3.000 acessos por mês (média de 100 acessos diários) o que me deixa feliz e ver que coisas idiotas e sem sentido devem ter algum sentido... e que o amor não está perdido. As primeiras coisas que fazemos quando estamos apaixonados são idiotas e sem sentido e quer saber? São as coisas mais gostosas de se fazer, não saber o que fazer já fazendo... rsrs Se você está lendo este post dia 30/9 ou 1/10 provavelmente estará escutando um pagodinho antigo e pensando que eu tenho mau gosto... tudo bem... espere a música acabar se não acabou... aperte F5, vamos tem ninguém olhando, estamos sozinhos, aperta?
Escuta... não custa nada... chama-se Gamei é do Exaltasamba... sim concordo tenho mau gosto... mas, aperte F5 só mais uma vezinha... por mim? Escuta... preste atenção no seu corpo... você deve estar querendo cantar alguma partinha... o corpo já ta balançando... e é assim que a paixão nos pega e nos leva... aos poucos... sem que percebamos damos todas as chances que ela pede e vai dizer que não é bom?
GAMEI, GAMEI, GAMEIIIIIIIII me amarrei... te amo e não tem jeito gatinha! rsrs
Lucas da Silva e Silva.
P.S.: Também não sei dançar pagode, mas, paga esse mico comigo vamos dançar?
Não temos melhor "amigo", apenas se é amigo ou se é qualquer outra coisa que não chega nem aos pés de um amigo. Nascemos sós e também partimos daqui sós, a solidão durante esse meio tempo entre nascimento e morte deveria ser normal, deveríamos seguir o fluxo em que a vida nos pos e nos tirará daqui, mas, precisamos de alguém que dê sentido a essa solidão, alguma testemunha da nossa história, precisamos por vezes nos distrair de nós mesmos ou seremos condenados à loucura e a única forma de resolver tudo isso é amando e sendo amado. O amor neste sentido é a única coisa capaz de se contrapor ao fluxo da vida, amar é por vezes esquecer de si mesmo, esquecer os medos que nos aprisionam para nos levar ao que realmente somos.
Perder um amor é perder esse encantamento, essa ilusão que se faz real de que nascemos por algum sentido e que nascemos para ser feliz, pode-se viver sem o amor, mas, uma vez que ele nos toca nunca mais somos os mesmos: vivemos a sua procura.
-- Ao seu lado eu era Dom Quixote
Era Pierrot
Dom Juan
E Alerquim
Eu era todos os caras possíveis de se ser
Inclusive eu era eu.
Sem você já não sou.
Sou sem ser quem eu era.
Por isso não me reconheço.
Sou apenas um coração...
Apenas um coração
Que não sabe se está nascendo
Ou se está partindo.
(Querendo voltar)
Lucas da Silva e Silva.
P.S.: Odeio falar de dores pela falta de amor, não é meu estilo... mas, andei olhando uns blogs e resolvi ser apenas humano que às vezes vive o que não quer viver.
É sempre um caminho: o seu. Mas, que de repente ele se divide em dois, um confuso simples sim ou não, este ou aquele, continuação ou fim. Entra em cena a razão e a emoção, mas, antes deles vem o antes e o depois, isto é o que nos trouxe até aqui e a incerteza do destino que estes dois caminhos nos levarão. Mas, como saber qual caminho é bom sem percorrê-lo? Analise o antes, ele sempre nos diz algo e pense no que você espera do fim. Siga a emoção ou a razão, mas, não espere minha ajuda é você que perderá o que o caminho não escolhido te daria. E é por isso que hoje percebo que sempre levamos conosco aquilo que não escolhemos, pois, por dentro isso se transforma em uma falta. Porém, não posso agora desviar o foco de que devemos seguir enfrente num desses caminhos. E é por isso que estou indo, não sei se é o caminho certo, meu coração pede para que o caminho não escolhido me encontre um dia, pois, dessa vez segui a razão.
Lucas da Silva e Silva.
Não me leve a sério... me leve com você.
Do que duas pessoas precisam para serem felizes?
Algumas pessoas diriam: “Se amarem!”, mas, eu ouso dizer que isto é pouco, é o que elas fazem com o amor que sentem que as torna felizes. Precisam ser ousadas, precisam de tanta coisa que não sei explicar, sei lá, não sei se amo manga, mas, sabe aquela sensação de roubar uma e ir num local escondidinho só você e ela; e de preferência com uma blusa branquinha e se lambuzar todo sem ninguém te perturbar, poder sentir seu gostinho devagar, experimentar seu caldo e o principal se cair caldo na roupa ou os fiapos ficarem entre os dentes você não estar nem aí, pois, a sensação de poder fazer aquilo é simplesmente inexplicável e que leva todos os atos e pensamentos desde a escolha da manda até o modo de mordê-la em ações espontâneas e incontroláveis...
Este simplesmente é um dos momentos mais felizes da minha vida, mas, eu odeio me sujar, odeio fiapos entre os dentes e manga para mim tem que ser lavada e cortada... o que me leva a essa loucura uma vez por ano é a sensação de felicidade de poder ser eu mesmo, de não ter medo de me sujar, porque sujar brincando tem graça, ter a sensação de não ser ridículo por ter fiapos amarelos entre os dentes, a sensação de ter algo escorrendo no queixo e caindo no peito e eu nem aí, porque depois dá para limpar... ter o prazer finalmente de não controlar nada: as mordidas, o tempo, o gosto, a aparência...
E nós? O que fazemos com o amor? Tentamos controlar ele e não deixamos que ele nos leve, classificamos a felicidade como se ela se encaixasse em algum padrão... quantas vezes gritamos te amo no meio de uma multidão ao ver nosso amor? É eu sei isso é ridículo. Quantas vezes rolamos na grama abraçados com nosso amor? É eu sei isso suja...
Mangas dá todo ano... amores são poucos na vida...
Faça o que te deixa feliz, depois você limpa sorrindo se lembrando da bagunça.
Lucas.
Formula para duas pessoas serem felizes?
Não sei, não dá para adivinhar o incontrolável… a não ser que elas tenham a infelicidade de tentar controlar.
Embora eu tenha tirado notas altas em física não me tornei nenhum físico, por isso, nenhuma das minhas teorias poderiam ser baseadas em critérios físicos a não ser na minha própria história. O que é o mundo afinal? Pouco me representa o conceito de planeta do sistema solar composto por hidrogênio e um monte de coisinhas que estão na tabela química. Nosso mundo, meu mundo é aquilo que eu sinto, aquilo que eu vejo, aquilo que me atinge e também aquilo que eu acredito fielmente existir mesmo que não exista.
Meu mundo são meus amigos, os lugares que eu fui ou acho que vou, meus amores, minha família e até mesmo minha cama. Seguindo este conceito concluo que meu mundo já não é o mesmo de quando eu era bebê ou criança, ele também se modificou quando virei adolescente ou quando entrei na faculdade. O mundo se expande a cada conceito novo que adquirimos, a cada amigo que entra na nossa vida e a cada parágrafo que escrevemos na nossa história.
É como se cada ser humano possuísse um mundo único; é como um mapa totalmente escuro que se revela aos poucos a partir dos passos que damos dentro dele, por isso, viver é sempre para os corajosos que ousam pisar e experimentar novos solos.
Seria perfeito se fosse apenas isso, mas, dentro deste mundo que se expande conforme avançamos passo a passo existe também a expansão que não controlamos, a expansão que ocorre quando temos que deixar para trás coisas que amamos, pois, já não cabem nos cubículos que depositamos nossos sonhos, quando Deus assim como um jardineiro resolve colher sua flor do jardim e leva de nós pessoas que achávamos que seriam eternas (na verdade são dentro de nós e em algum lugar pertinho de Deus nos aguardando) e a maneira que mais evidencia a expansão do mundo: quando percebemos que não congelamos um momento, quando vemos que mesmo amando muito alguém esta pessoa pode estar longe às vezes, quando colocamos números para calcular distancias, quando esquecemos de sermos crianças e colocamos minutos para medir o tempo, quando colocamos preço nas coisas divertidas.
O mundo se expande por conta própria, pois, não controlamos a vontade dos nossos amigos morarem do outro lado do planeta terra, quando vendemos nossas horas aqui para comprar horas ali, quando temos medo de pedir um abraço e perdemos alguém para sempre mesmo que este alguém more do outro lado da rua, nosso mundo se expande quando a saudade pede para buscar algo que pode estar perto, mas, de certa forma acreditamos estar longe.
Não perdemos nada neste mundo, tudo é eternamente nosso dentro do nosso mundo que se expande desde que esquecemos a não medir distancias ou o tempo, mas, as possibilidades de ter tudo outra vez.
Lucas da Silva e Silva.




