Aos vinte e seis anos eu já deveria saber, alias, eu sei, mas, não ajo conforme se deve. O jogo da sedução, o amor na prática, quer dizer, não é amor, é apenas um jogo que futuramente pode se tornar amor, enfim, seduzir é muitas vezes como brincar de cabo-de-guerra, você tem que proteger seus sentimentos enquanto puxa a pessoa a ser seduzida para perto de você, algumas vem de imediato ou saem da brincadeira, mas, outras entendem o jogo e protegem seus sentimentos, mas, não saem dali, permanecem em campo nos seduzindo, e é nesta tensão que o jogo ocorre, esse jogo de prazeres e poderes cujo os jogadores jamais se entregam. Mas, apesar de tudo, jamais eu encontrei uma forma dos dois ganharem, pois, perder neste jogo tolo significa dizer te amo e quase ninguém quer ganhar junto ou melhor, dizer: eu também. No final, para quem ganha é mais excitante buscar um novo jogador. No meu ponto de vista sair ganhando é sair da brincadeira abraçados, se seduzindo, se amando de verdade(enrolados, amarrados nesta corda)!
Lucas
16
de
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Vilma
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