6
de
Postado por
Vilma
Minha cabeça pensa o dia todo em histórias as quais mereciam ser criticadas, amadas eu jogadas no lixo, tanto faz, são amontoados de palavras esperando ser chamadas de textos, contos, poemas e histórias, e assim juntas a alguns elogios me vem o desejo de escrever um livro, mas, toda a vez que me sento ali ou aqui todas as palavras me fogem, toda a inspiranção some como num passe de mágica.
A vaidade pede mortalmente dia a dia meu nome em uma capa de algum livro mesmo que nenhum exemplar seja vendido, ao menos terei meu próprio livro, mas, uma espécie de medo ou bloqueio toma conta de mim, como alguém que sabe a tabuada de cor e diante da sala ao tentar responder em voz alta quanto é 2x0 esquece do resultoda.
É isso, 2x0 a conta mais simples do mundo, tão simples quanto eu modestia a parte escrever um paragráfo, mas, toda a vez que penso em um livro não consigo acabar uma frase sequer. Admito que meus textos para mim são bobos, mas, jamais tive dificudade em escrevê-los e publicá-los, mas, jamais foram escritos com um propósito tão grande: serem conteúdo de um livro cujo a capa tem o meu nome.
Um livro com a capa com meu nome daria-me uma espécie de imortalidade, uma obra boa ou ruim jamais se extingue facilmente, há de se encontrar e-books daqui mil anos dela ou quem sabe impressas, mas, jamais some e todos poderiam dizer ao menos o nome do escritor é interessante: Lucas da Silva e Silva.
3 comentários:
Por não ter exitado escrever e publicar no seu blog ele é o que é.
Nunca tive uma dionéia por pura falta de coragem... Tenho dó dos insetos rs
Aguardo ansiosamente a foto :)
Bem disse um amigo certa vez, "se você quer ser lembrado, escreva um livro."
Postar um comentário